Mais uma Galeria de Fotos no Blog
No mês de março, minhas atividades fotográficas prejudicaram a atualização do blog. Participamos (Astrid e eu) de um workshop de fotografia autoral com o Marcelo Greco de São Paulo. Adoramos. O Marcelo é uma criatura fora de série e seu trabalho como fotógrafo e artista é de altíssima qualidade.
Conheci nesse workshop um pintor francês radicado aqui no Brasil, que também fotografa e cujas obras me impressionaram muitíssimo. É o Pierre Crapez, mas ele não dá muita bola para os outros, ou talvez seja tímido, não sei. Pouco importa, o que vale é o trabalho dele que me deixou boquiaberta.
Participei também de um curso de Flash Criativo conduzido pelo Paulo Batelli, do Ateliê da Imagem. No início pensei que não fosse aprender nadica, que daria vexame dada minha inabilidade no manuseio da jiriboca Flash, mas no final, depois de muito tropeço, engrenei. Lidar com esse bacalho, Flash, não é brincadeira.
Para descontrair filmei trecho de uma das aulas do Paulo Batelli. Ele é uma figura notável. Divertídissimo e extremamente mordaz, mas fascinante como ser humano.
Montei mais uma galeria, com fotos que tirei da Lagoa Rodrigo de Freitas, numa caminhada que fizemos no dia 05 de fevereiro. Se quiserem dar uma espiada, o que me deixaria feliz, o link é este: http://pente-fino.info/fotogaleria/lagoa-rodrigo-de-freitas-01/
Ah, minhas colegas vieram me visitar na sexta-feira passada e desfrutamos de momentos muito agradáveis, que renderam outra galeria: http://pente-fino.info/visitando-maria-lucia/
FUI, MAS VOLTO EM BREVE!!!
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Paisagem Urbana em Preto e Branco
Algumas fotos ganham mais personalidade no modo preto e branco. Sei lá, adquirem uma dimensão diferente, como se estivessem encerrando um mistério que a foto tenta adivinhar.
No feriado Astrid e eu saímos para fotografar a paisagem urbana e os resultados se materializaram em algumas dessas experiências que seguem abaixo. Adoro fotografar em preto e branco, mas talvez não tenha paciência para trabalhar com laboratório de revelação, como os fotógrafos tradicionais gostam de fazer. Prefiro que os estúdios que ainda sobrevivem à custa desse magnífico trabalham o façam por mim. Sinto mais afinidade com o laboratório digital do Photoshop. Sou idosa, mas antenada com o avanço da tecnologia.
Um Portão Decadente mas com atmosfera romântica de Outrora

Aspectos da Rua Barão de Guaratiba no Catete

A subida da Rua Barão de Guaratiba

Casa Vista de Cima

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Migalhas Critica Folha de São Paulo
O Informativo Migalhas critica o jornal Folha de S.Paulo por tentar prejudicar turbar a candidatura do ministro Cesar Asfor Rocha ao STF.
Segundo Migalhas, em matéria com tom de furo retumbante, informa que a liminar dada pelo ministro, quando era presidente do STJ, em janeiro deste ano (!), e que suspendeu a Operação Castelo de Areia, contrariou entendimento do Tribunal. Para não deixar dúvidas de que o objetivo era atingir a pretensão do ministro, o jornal lembra que o referido processo tem como um dos patronos o advogado Márcio Thomaz Bastos (“conselheiro do presidente Lula para nomeações” e “um dos articuladores para que Asfor Rocha seja indicado”).
Estranhamente, só deixou para o final da reportagem o fato de que já se iniciou o julgamento do caso (HC 159159) e que a relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, proferiu lapidar voto rechaçando as escutas genericamente autorizadas, no mesmo sentido da liminar. E mais, que após o voto da ministra houve pedido de vista do ministro Og Fernandes. O jornal também se esqueceu de dizer que a liminar se deu porque a quebra de sigilo telefônico foi feita sem fundamentação, renovada por 14 meses, e absolutamente genérica. Esqueceu de dizer ainda que houve agravo, e que ele não foi provido e por aí vai.. Esta nossa imprensa é de lascar
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Watermark nas Fotos
Aprendi a fazer marca d´água nas fotos, o que é muito útil, quando se necessita de preservar a autoria. Foi na penúltima aula do curso Photoshop Básico I, no Ateliê da Imagem.
Acontece que me esqueci completamente como se faz a marca d´água e fiquei sem jeito de pedir orientação à instrutora Anna Warzynski. Então procurei e achei no site Canal Adobe Photoshop um ótimo tutorial que logo me reavivou a memória.
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Às voltas com Fotografias
Os cursos de fotografia que tenho feito, Básico I, Básico II, Ensaio Fotográfico, Photoshop Básico e agora o mirabolante Photoshop Avançado têm me tomado grande parte do tempo, motivo pelo qual não tenho postado aqui com frequência.
Sempre acho que as minhas fotos saem pior do que as tiradas pelos colegas e colegas do curso. Às vezes me dá vontade de largar e fazer outras coisas, mas como adoro lidar com imagem, acabo desistindo de pular fora e continuo com as atividades fotográficas. O Photoshop Avançado é de enlouquecer. Fico me perguntando para que servem tantas maneiras de manipular a imagem, mexer com a cor, etc. e tal, mas enfim vamos levando para ver aonde vai dar.
Abaixo fotos da minha bijuzinha, a minha gatinha querida Misty, sem photoshopadas, apenas a fotografia saída diretamente do camera Raw.


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Mil Palavras valem mais do que uma Fotografia?
A razão do título acima deve-se à conversa de ontem com nosso grande amigo Élcio, que lembrou o livro de Susan Sontag com esse mesmo nome, mas sem o ponto de interrogação, já que a autora julgava que as palavras valiam mais do que a fotografia.
Não sei não. Há fotografias que falam e há livros que são fotográficos.
Entre as fotografias que falam, mostro a que se encontra aí em baixo que tirei de um sujeito de frente para o mar na Praia de Camboriu.

Tive a impressão que o homem conversava com o mar e fiz questão de registrar esse diálogo.
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Urca, Aula Prática, FHC e a Tsunami
Aparentemente esses assuntos nada têm a ver um com o outro, mas fizeram parte do que aconteceu comigo nos últimos dias.
Esqueci de mencionar o marimbondo, que me mordeu durante a caminhada que faço todas as manhãs pelo Aterro do Flamengo. Foi a maior dificuldade, para retirá-lo do local onde cravou o ferrão. Não demorou muito e a minha perna inchou e ficou vermelha. Como doeu e depois como coçou!!! Apliquei compressas frias para o inchaço diminuir e só comecei a ter alívio no final de semana. Arre!
No sábado de manhã pegamos as câmeras e partimos para a Urca. Na semana anterior tínhamos interrompido uma excursão fotográfica pela Urca, porque deixei que a bateria da câmera descarregasse e não levei a adicional, .Minha filha, que tinha sugerido o programa, ficou um bocado desapontada e, para compensá-la, voltamos no sábado seguinte, mas infelizmente o dia não estava tão claro e com uma luz tão favorável quanto na outra semana. Olha só, como o tempo estava encoberto.
De qualquer maneira, o grande lance foi filmar as nuvens. Consegui umas fotos interessantes, com contrastes dramáticos de luz e sombra. Algumas saíram um pouco, subexpostas, mas ainda assim legais.
No domingo, tivemos aula prática, depois do almoço, perto do heliporto da Lagoa. Lá estava a maior muvuca, gente para tudo quanto é lado. Eu pensei. Não vou conseguir fotografar nada e nisso a inspiração sumiu. Tirei umas fotos bobinhas das águas da Lagoa, do morro do Cantagalo e de uma lancha em disparada, realizando os exercícios de foco e enquadramento propostos pela Claudia Tavares, nossa professora do Ateliê da Imagem, e depois parti para o ôba, ôba, isto é, fui fotografando aquilo que me dava na telha. Fiquei fascinada por um casal. Pareciam bem apaixonadinhos.
Talvez esse clima de amor e de namoro tivesse influenciado o sonho que acabei tendo. Atenção, é só sonho, gente, o personagem está bem distante da minha realidade. Pois é, sonhei nada mais, nada menos, do que com o Fernando Henrique Cardoso. Como ele veio parar no meu inconsciente, não sei explicar.
Estávamos no hotel Copacabana Palace, ele me viu no saguão e me convidou para assistir a uma tsunami, quebrando na praia do terraço do hotel. A tsunami era imensa, mais de vinte metros de altura e ameaçava estourar logo ali em frente, na Praia de Copacabana, mas o estranho é que não senti o menor medo. Achei lindo e o Fernando Henrique Cardoso, todo feliz com a minha companhia (só rindo) se empolgou da mesma maneira. Navegamos na onda gigantesca, como se ela fosse um tapete mágico e acordei. Ah, que pena!!!!!
Mas vejam as fotos do dia nublado na Urca, que vale a pena: http://jalbum.net/browse/user/album/611910/
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Apanhando da Câmera Fotográfica

Ontem tive a segunda aula do curso de Fotografia no Ateliê da Imagem, que fica na Avenida Pasteur, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro. A primeira aula foi dada pelo simpático fotógrafo Paulo Bartelli, e a segunda e as que se seguirão serão ministradas por Claudia Tavares, a professora oficial da turma.
Os participantes do curso são de diversas profissões. Há um médico anestesista, há administradores de empresa e advogados, jornalistas, e também alguns que já exerceram a profissão de fotógrafo com as câmeras analógicas.
Para quem é iniciante e não tem grande familiaridade com câmeras fotográficas, o aparelho mete medo, não só pela quantidade de controles e programas disponíveis, como também pelas dificuldades de entender como a luz se comporta. Na fotografia, a luz é tudo e se você não sabe lidar com a luz, não conseguirá dominar a câmera e, muito menos ainda, essa atividade que parece ser fascinante, principalmente para quem já foi pintora como eu, mas que teve de parar no meio do caminho.
Ontem fomos apresentados aos diversos tipos de câmera e começamos a entender o que é foco e como se focaliza o objeto, o que é obturador e sua relação com o diafragma. A professora comparou o diafragma à pupila do nosso olho.
Aliás, quer câmera fotográfica mais perfeita do que o olho humano?
Em ambientes escuros, a pupila se dilata para compensar a ausência de luz e, da mesma forma, o tamanho da abertura do diafragma. Em ambientes com muita luz, a pupila se contrai e o diafragma deve se fechar na mesma proporção.
O obturador exerce o controle sobre a velocidade da luz que entra na câmera. Quanto mais lenta a velocidade do obturador, maior quantidade de luz o sensor absorverá; quanto mais rápida, menor quantidade de luz. Então, num ambiente muito claro, deve-se aumentar a velocidade do obturador, a fim de que a foto não saia clara demais.
Aprender todos esses detalhes foi importante, porque, antes de trabalhar com o controle manual, usei os programas disponíveis na câmera que fazem os controles automáticos do obturador e do diafragma para o usuário, e notei que algumas fotos que tirei não ficaram boas, porque as cores saíram claras demais, com uma tonalidade artificial.
Se euzinha aqui conseguir aprender a usar as ferramentas em sintonia com a linguagem da luz, espero obter imagens com contrastes mais definidos, ou com desfoques criativos
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