Coisa Estúpida matar um galo
O colunista do Globo, Ancelmo Goés, noticiou em sua coluna de hoje que um cidadão malvado deu um tiro de chumbinho no galo de um porteiro, no Recreio dos Bandeirantes, provocando a morte do penoso.
O desalmado cometeu esse crime, somente porque o galo cantava todas as manhãs. Diante dessa notícia, eu me pergunto em que espécie de mundo vivemos hoje , no qual o ser humano, ao invés de se alegrar, se enfurece com o cocoricó de um galinho, a ponto de exterminá-lo? É um mundo em que a maioria perdeu totalmente a sensibilidade. Que raiva senti do desalmado, não pude evitar.
Sinto saudades dos galos que cantavam antigamente, saudando o amanhecer. Não se ouve mais esse cantar. Nas grandes cidades, como o Rio de Janeiro, os galos madrugadores sumiram. Talvez ainda cantem em quintais do subúrbio e da Baixada, sei lá. Aqui na zona sul, os galos não deram mais o ar de sua graça.
É por isso que digo, com toda a convicção, coisa mais estúpida matar um galo.
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Agonia de um Peixe
Numa manhã de sábado do mês de março, em que o mar parecia um espelho caminhávamos, Astrid e eu, pelo Aterro, quando vimos um pescador atirar sobre a grama este pobre peixinho, que dava a impressão de exalar seu último suspiro

Penalizadas com o sofrimento do peixe, ansioso pelo retorno ao seu habitat natural, perguntamos ao pescador que tipo de peixe era aquele e por que não o devolvia ao mar. Com uma risada de deboche, o pescador respondeu que o peixe era um cação viola e que, em hipótese alguma, o poria de volta na água, porque seu destino seu era o seu estomago.
Não tivemos condições de salvar o peixe, porque os companheiros do pescador se acercaram e nos lançaram olhares de desafio, como se fossemos arrancar o peixe das garras do sujeito. Então, sem poder agir, presenciamos com enorme tristeza a agonia e a morte do pobre peixinho.
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Lendo e Vendo
Este é o livro que li mais recentemente e acabei de lê-lo de um só fôlego, tanto o enredo me prendeu.
São duas histórias que se fundem e que correm paralelas, ambas lidando com a trágica realidade do amor tornado impossível por força das circunstâncias. O amor nesse livro estupendo, pelo menos, senti assim é quase como a procura pela confirmação da existência de Deus, de uma energia suprema capaz de nos amparar e de nos conduzir a um porto seguro.
Há muito tempo que não me emociono com um romance, mas esse que terminei de ler me levou de volta, pelo poder da escrita de Marçal de Aquino, à época em que ainda vibrava ao reviver uma paixão.
Ao retornar da minha caminhada habitual pelo Aterro do Flamengo, deparei-me com este triste quadro de uma árvore decepada e destruída.
É terrível ver a árvore já sem vida e que, provavelmente, foi maltratada por seres irresponsáveis.
Desconheço a razão dessa implicância com as árvores que deitam sua sombra amiga sobre as calçadas, protegendo-nos graças à sua folhagem contra as emissões de gás carbônico dos veículos que trafegam pelas ruas.
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Mais um album e mais novidades
Criei mais um album de fotos que pode ser visto neste site: http://jalbum.net/browse/user/album/872646/
São fotos que tirei no Aterro do Flamengo, um dos lugares mais bonitos do Rio de Janeiro para se caminhar. Pena que os marginais não dêem trégua nem mesmo ali. Conforme já escrevi, fui assaltada por um bandido que levou a minha Canon Rebel T2.
Agora, para registrar cenas do cotidiano, só ando com outro produto da Canon, que é a G12, uma câmera compacta muito maneira. Para empreendimentos mais sofisticados, uso a 7D, mas só a carrego em companhia de alguém que me dê apoio contra eventuais assaltantes.
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Não poderia terminar o ano, sem escrever aqui no blog
.Posso dizer que o ano de 2010, para mim, foi marcado pela fotografia. Astrid e eu fizemos o curso Básico I e Básico II no Ateliê da Imagem, e o curso de Ensaio Fotográfico com Claudia Tavares, ótima professora e uma pessoa muito estimulante. Tivemos igual sorte com os cursos de Photoshop I e Photoshop II com a Anna Warzynski. Só achamos que o Photoshop foi muito corrido.
Passamos praticamente o ano lidando com fotografia e com tratamento da imagem e pretendemos continuar com os nossos projetos em 2011.
Conhecemos muitas pessoas legais durante as aulas e espero manter contato com elas. Nós nos divertimos bastante nas saídas diurnas e noturnas na Praia Vermelha, no morro da Conceição e em São Cristovão.
A única nota triste foi que roubaram a minha Canon Rebel T1, numa manhã em que fui fotografar no Aterro do Flamengo, um dos meus cenários favoritos. Foquei inconsolável, a Canon Rebel T1 era uma companheirona. Então comprei a Canon 7 D e, mais recentemente, uma Canulinha muito esperta, a G12, que me acompanha para tudo quanto é lado. Assim, não perco a prática e não deixo de fotografar tampouco.
Para os que me lêem
UM FELIZ 2011 COM MUITA PAZ
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Flavio Lamenza, o editor do Chongas
Mais cedo ou mais tarde, teria que falar sobre o Flavio Lamenza, uma pessoa ultra-criativa, espirituosa, divertida e que sempre sai com um lance diferente.
Conheci o Flavio no Ateliê da Imagem, no curso de Fotografia Básico II. Soube que ele era editor do blog Chongas, muito engraçado e com todas as coisas que o Flavio bola e inventa. Eis o link, vale a pena visitar: http://www.chongas.com.br/
Mas, olha aí, Flavio, faz propaganda do meu blog também!!!!
O Flavio, agora, também é colega no curso de Ensaio Fotográfico. As fotos que ele traz são espetaculares. Fiquei apaixonada por uma que ele tirou de uma casa em Botagofo, muito caída, mas pitoresca, com uma árvore nascendo na parede.
Hoje o Flavio me surpreendeu com um vídeo sobre um cãozinho que morreu e deixou saudades. Pode ser visto neste link: http://www.chongas.com.br/
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O último paredão do BBB10 me deixou arrasada
Não entendi os motivos que levaram o público a manter na casa a Lia e excluir a Anamara, vulgo Marocas.
Nunca morri de simpatia pela Marocas, principalmente a partir do dia em que ela, em conversa com Alex e, se não me engano, a Tess e o Michael, insinuou que todo advogado é bandido. Tive a impressão que foi para mexer com o Alex que ela disse tamanha barbaridade, mas acabou mexendo comigo também, que sou advogada e achei um desaforo a generalização da Anamara.
Com o decorrer do tempo, percebi que ela falou aquilo, não por maldade, ou para ofender os advogados, mas porque ela é mesmo precipitada nas suas avaliações. Nota-se que a Anamara tem compulsão por falar, talvez por ansiedade, como se estivesse esperando, a qualquer momento, que a cortassem.
Fui me acostumando com o jeito espevitado da Marocas e achando graça nos seus comentários, pelo menos, naqueles que entendia, porque ela fala tão rápido, que a gente mal consegue seguir.
Torcia para que a Marocas não fosse eliminada no paredão desta semana e me tranqüilizei, quando li as enquetes feitas na Internet, todas elas dando como certa a saída da Lia.
Mas quem acabou saindo, para surpresa e indignação de muitos, foi a Marocas. Surpresa porque a Marocas é infinitamente mais carismática do que a Lia. A Lia tem aparecido no programa como uma pessoa muito problemática, que desperta antipatia. Pode ser que fora do BBB10, a Lia seja uma criatura agradável e cativante, mas a impressão que ela tem me passado não é nada boa.
A Lia provocou, ao longo do programa, desentendimentos com os outros participantes, creio eu que com a intenção deliberada de revelar as fraquezas alheias e crescer em cima delas, comportamento este que me chocou bastante.
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