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  •     01 / 03    
  •     2011    

Nada muda na Festa do Oscar

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Escrito às 15:52 | Link Permanente

oscar Na festa do Oscar, tão badaladas nas tevês internacionais, a cada ano se vê uma repetição da mesmice e um desfile de figuras robotizadas.

O jornalista peruano Rodrigo Bedoya do jornal “El Comercio”, num protesto que bem resume o espírito da premiação, disse o seguinte:

“Para o raciocínio crítico do cinema contemporâneo, o resultado do Oscar não acrescenta nada. Ele apenas representa aquilo que Hollywood considera significativo para se sustentar como indústria cinematográfica. E aquilo que Hollywood crê ser importante, o mundo (“tolamente, eu acho”) acaba sendo convencido a considerar importante.”

Hollywood só premia filmes americanos, britânicos e alguns europeus. A premiação do magnífico filme argentino, “O Segredo dos seus Olhos”, no ano passado, se não me engano, foi exceção.

Apesar desses preconceitos cultivados por Hollywood contra a indústria cinematográfica estrangeira, principalmente a latina e a sul-americana foram merecidos os prêmios recebidos por Colin Firth por sua interpretação no “Discurso do Rei”, um filmezinho medíocre, salvo pelo desempenho de Colin Firth e do excelente ator australiano, Geoffrey Rush, e Natalie Portman, estupenda no fabuloso filme “O Lago dos Cisnes”.


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  •     23 / 02    
  •     2011    

Executiva com Rosto Bonito

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Escrito às 13:10 | Link Permanente

denise

Este rosto bonito aí ao lado é da executiva norte-americana Denise Johnson, presidente da General Motors no Brasil, que deixou o cargo e a empresa recentemente.

Segundo a imprensa noticia, dois motivos influenciaram Denise a deixar o cargo. Um deles foi a saudade do marido e do filho que ficaram nos Estados Unidos. O outro teria sido uma oferta de trabalho irrecusável.

Acho legal ver mulheres verdadeiramente lindas, como Denise, e batalhadoras no exercício de sua profissão, daí porque resolvi colocar o retrato dela na mensagem de hoje, para que me sirva de inspiração.

Outra bonitona que gerou manchete hoje foi a Débora Seco, na estréia do filme, Bruna Surfistinha, no cinema Odeon, que promete trazer uma grande bilheteria. Assisti ao trailer do filme, pouco antes de ver outro filme, o Cisne Negro, numa das salas de exibição do cinema São Luís no Largo do Machado. Posso adiantar que as poucas cenas que vi já demonstraram que a Débora se esmerou na interpretação.


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  •     18 / 11    
  •     2010    

Violência, Violência, Violência

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Escrito às 15:02 | Link Permanente

violência

É o que mais se vê. A foto que escaniei (não sei se o verbo correto é escaniar mesmo ou escanear) da edição de hoje do jornal O GLOBO registra com acuidade a presença cada vez maior da violência nos dias em que vivemos.

Violência de todos os lados e, principalmente, covardia, pois como podem notar o policial pisa sobre o corpo do marginal já imobilizado. Ora, francamente, se o camarada já estava dominado, qual o sentido desse ato de brutalidade adicional? Isso me deixa tão revoltada quanto o comportamento do bandido que roubou  celulares dos transeuntes.

NÃO ESTOU FALANDO POR FALAR COMO SE NUNCA TIVESSE PASSADO POR SITUAÇÃO IGUAL

Recentemente, ao caminhar de manhã pelo Aterro, com a minha Canoninha (camera Canon Rebel T1) no pescoço, para registrar os cenários, fui abalroada por um meliante que me arrancou a Canoninha do pescoço e os meus óculos, para que eu não pudesse reconhecê-lo. É claro que na hora fiquei enfurecida, mas não a ponto de sentir prazer ao ver um ser humano sendo pisoteado violentamente por pessoas encarregadas de zelar pela nossa segurança.

O livro Elite da Tropa 2, que constitui um trabalho em conjunto de Luiz Eduardo Soares, Claudio Ferraz, André Batista e Rodrigo Pimentel, produz um retrato fiel da decadência moral da polícia carioca, mostrando que diversos indivíduos ingressam na corporação mais interessados em se “dar bem” do que em garantir proteção ao cidadão comum. Este, frequentemente, torna-se vítima de balas perdidas e de outras agressões.

Não assisti ainda ao filme Tropa de Elite 2, mas o livro está me impressionando.


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  •     09 / 09    
  •     2010    

Apregoar Privilégios do Servidor Público é desconhecer a Lei

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Escrito às 17:39 | Link Permanente

Desde a época do governo Collor, que fez da caça aos marajás o mote de sua campanha política, volta e meia grande parte da imprensa tem retratado o servidor público quase como se fosse um vilão não merecedor do salário que ganha e das garantias que cercam o exercício de suas funções.

Poucos são os jornais e os jornalistas preocupados em divulgar para os leitores a realidade sobre o serviço público e o funcionalismo, sob a ótica de uma visão crítica baseada em fatos reais. De uma maneira geral, a imprensa procura desmerecer o funcionário público, entre outros motivos com a finalidade de influenciar o leitor a não votar num candidato a presidente, porque o candidato em questão continuaria a favorecer o servidor público em detrimento dos demais trabalhadores.

Só que os dados comumente divulgados não traduzem a realidade, e sim opiniões inconsistentes de alguns economistas, como um que disse que no setor público uma função deveria ser ajustada para ganhar um pouquinho abaixo do equivalente no setor privado”, porque no setor público não há tanta incerteza de dispensa.

É inusitado que economistas efetuem comparações sobre salários entre o setor público e o privado, sem ser com base nas carreiras, nas profissões e nas funções desempenhadas em ambos os setores, preferindo utilizar critérios como a possibilidade maior ou menor de demissão. As empresas não fixam parâmetros salariais a partir do índice de rotatividade.

O preconceito contra o servidor público permeia as observações irrefletidas de diversos repórteres e colunistas, que apresentam o funcionário do governo como “uma elite no mundo dos trabalhadores” por contar com estabilidade e aposentadoria em condições especiais. Alguns soltam o verbo, para criticar o sistema previdenciário injusto dos servidores, a falta de competitividade, de desafios para a progressão no trabalho e outros defeitos.

Antes de rebater as opiniões acima descritas, é preciso registrar um erro encontrado com freqüência, nas análises que tem sido feitas a respeito do serviço público. O erro consiste em se comparar realidades desiguais por sua própria natureza. Por natureza, o serviço público não tem o lucro como razão própria de sua existência, enquanto que a iniciativa privada precisa do lucro para sobreviver, pois, caso contrário, ela entra em colapso e se extingue.

Sendo assim, critérios como competitividade e desafios são próprios de quem persegue o lucro como fim necessário, porém o serviço público não tem por fim o lucro, e sim servir à coletividade. Portanto, seus critérios são outros. Quanto ao critério da progressão, não se pode esquecer que foi durante o governo do antecessor de Lula que ela acabou, pois foi nessa época que o Adicional de Tempo de Serviço do servidor público federal foi revogado, assim como o direito de ele optar por receber em dinheiro um terço de suas férias, vantagem esta que continua sendo assegurada ao trabalhador da iniciativa privada.

Com a eliminação do Adicional de Tempo de Serviço surgiu a distorção que praticamente iguala quem está no início de uma carreira do serviço público com quem está no final. Em tais casos, realmente há situações em que os cargos públicos são mais bem remunerados, porém nos cargos finais a vantagem pesa em favor dos cargos da iniciativa privada.

Apregoa-se a estabilidade e o regime de previdência do servidor público como privilégios não acessíveis ao trabalhador da iniciativa privada, buscando-se jogar os trabalhadores de um setor da sociedade contra os outros, e angariar as simpatias daqueles que se deixam influenciar contra quem procura valorizar o servidor público. Todavia, a valorização do trabalhador, seja do setor público ou do setor privado deveria ser a preocupação de qualquer político ou governante.

A estabilidade não é privilégio individual do funcionário, e sim da função que ele exerce, que não pode ficar à mercê de interesses alheios ao serviço público.

Por outro lado, quando se vende a idéia da estabilidade como vantagem, ninguém lembra que, se o servidor público for demitido voluntária ou involuntariamente, ou se aposentar, ele sai do serviço público com uma mão na frente e outra atrás, diferentemente do que ocorre com o trabalhador da iniciativa privada que pode levantar o saldo da conta vinculada ao FGTS, além de outros benefícios negociados com a empresa, ou seja, os anos trabalhados lhe rendem patrimônio, enquanto que os anos no serviço público não rendem nada ao servidor demitido ou aposentado.

Ora, se os anos trabalhados não favorecem a acumulação de patrimônio nada mais justo que o servidor tenha uma aposentadoria digna e compatível com a função por ele exercida, inclusive porque paga contribuição maior para se aposentar do que o trabalhador da iniciativa privada, ou seja, 11% sobre a remuneração bruta.

Como se não bastasse, após a reforma previdenciária introduzida pela Emenda Constitucional nº 41, de 2003, os servidores aposentados passaram a contribuir também para a previdência, mesmo que não tenham voltado a trabalhar, e a aposentadoria integral, tão apregoada como privilégio, foi revogada, só valendo para aqueles que ingressaram no serviço público até 2003 e sob determinadas condições.

Por conseguinte, as vantagens do funcionalismo só existem mesmo na mente daqueles que desconhecem a lei, que batem nessa tecla para intimidar governantes e indispor o leitor contra os servidores, como estratégia eleitoral perversa.


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  •     08 / 09    
  •     2010    

Há pessoas que se valem do humor para ofender as outras

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Escrito às 14:02 | Link Permanente

Estou em dívida com este blog e me culpo por não conseguir atualizá-lo como queria. Faz tempo que pretendia contar sobre os últimos dias da fabulosa viagem à Santa Catarina, escrevendo sobre Blumenau e Pomerode, cidades que me cativaram por completo.

E ainda falta botar as fotos que tirei em Blumenau e Pomerode aqui no blog e em outros espaços na Internet, sob a forma de álbum virtual.

Mas hoje tive que escrever sobre uma crônica que li no Globo de sábado, dia 4, sobre o baranguismo. Da mesma maneira que o autor se chocou com uma mulher que foi indelicada, não agradecendo seu gesto de gentileza num restaurante, também fiquei com a indelicadeza dele ao rotular Serra, Marina e Dilma de baranga como fecho da crônica.

Deu para perceber que as personagens visadas eram mais Dilma e Marina. Serra foi colocado no balaio como meio para atingir as duas e demonstrar uma neutralidade artificial.

Seja como for, achei deplorável a atitude do cronista.

Há uma diferença entre humor e ofensa. O humor, ainda que realçando aspectos grotescos da realidade, é sutil e provoca sorrisos até em quem é objeto de gozação, enquanto que a ofensa, disfarçada de humor, aborrece mesmo aqueles que não foram alvo de chacota, pois sentem a agressividade latente contra o ser humano dissimulada sob a brincadeira grosseira.


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  •     05 / 07    
  •     2010    

De quem é a culpa da derrota do Brasil

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Escrito às 12:22 | Link Permanente

Uma breve interrupção sobre o relato da viagem à Santa Catarina para comentar o assunto acima.

Dado o clima de euforia patrocinado pela imprensa, que faz o país parar durante os dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo, tive certeza que essa mesma imprensa que incentiva o clima de ôba ôba logo trataria de arrumar um vilão para explicar o fracasso no jogo contra a Holanda.

Não deu outra. Um dos vilões escolhidos, obviamente, foi Dunga que se recusou a bajular a imprensa e o outro foi o Felipe Melo que deu azar de efetuar o gol conta o Brasil e se descontrolou.

Agora a imprensa, que tinha a obrigação, como formadora de opinião, de tratar o futebol como um esporte, ao invés de como questão de vida ou morte para os brasileiros como vinha acontecendo, se esmera em dizer que o Dunga é o único responsável pela derrota da seleção.

Menos, menos, aprendam a olhar as situações com mais humildade e aprendam também que, se houve responsabilidade, ela é em grande parte de vocês, jornalistas, que pressionam e cobram o time brasileiro, como se perder ou vencer fosse algo previsível, quando não é, pois a vitória e a derrota são e continuarão sendo duas grandes incógnitas.

Espero que não incentivem a idéia de que o Brasil tem que ganhar, apenas, porque a Copa de 2014 será jogada aqui. Ninguém pode garantir essa vitória. É preciso olhar o esporte como diversão, como algo bonito e estimulante, e não como uma guerra, como vocês gostam de fazer.


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  •     11 / 03    
  •     2010    

Pessoas sem Noção

Arquivado em: Joinville, Mídia
Escrito às 00:04 | Link Permanente

O clipe que inclui aqui mostra bem como certas pessoas entrevistadas pela Globo na rua parecem demonstrar prazer em ser maldosas. A entrevistada do programa do Faustão em que a Morango apareceu, para dar seu depoimento, é uma delas. Nota-se sem dificuldade o tom entre meloso e debochado da transeunte, feliz por dizer na frente de uma câmera que as opiniões da Morango não estavam certas.


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  •     02 / 03    
  •     2010    

As qualidades de Elenita foram abafadas

Arquivado em: Jornal do BBB, Mídia
Escrito às 00:04 | Link Permanente

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Hoje de manhã a Elenita apareceu no programa da Ana Maria Braga, contando como foi sua experiência no BBB10.

O rosto da Elenita estava lindíssimo. Fora da casa pode-se ver que ela é uma mulher vistosa e atraente, não só fisicamente, como também por sua inteligência e presença de espírito. Essas suas qualidades não se fizeram presentes na casa, porque foram abafadas pelas criaturas medíocres que mediram forças com ela e que, infelizmente, o público cultua.

São preocupantes os resultados das votações do Big Brother, porque demonstram o quanto o povo ficou embrutecido. Não escolhem aqueles que são mais verdadeiros, mais humanos, mais inteligentes, mais cultos e mais agradáveis. Preferem brutamontes e mulheres escandalosas e fofoqueiras, que querem ganhar no grito e aplicando golpes baixos em seus oponentes.

É provável que, no ano que vem, eu não assista mais ao programa do qual fui fã durante dez anos. Deixou de ter graça para mim uma competição que premia somente as piores figuras, aquelas que a pessoa faz questão de não conhecer.

Mas, voltando à visita de Elenita ao programa de Ana Maria Braga, a apresentadora homenageou Elenita pelo aniversário com um bolo cor de rosa. Elenita soprou as velinhas e se alegrou com a lembrança.


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