Um clipe do genial Tom Zé
Gravei trechos de um programa do Canal Brasil com o Tom Zé. O fundo musical é dele, obviamente.
Considero o Tom Zé uma personalidade fora de série, genial, criativo e o que é mais bacana: espontâneo. Diz o que pensa e não deixa que ninguém lhe faça de otário. Há muita gente que adora fazer os outros de otário, seja nos diminuindo pelas costas, seja nos tratando como se fossemos débeis mentais. Isso acontece com uma frequência maior do que se imagina.
Espia só que clipe bacaninho.
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Filmes feitos e Filmes Vistos
A minha caminhada matinal no domingo, com muita nebulosidade, me inspirou a filmar. Fiz um clipe. Na primeira versão, falei sobre a falta que senti da companhia de Astrid, que preferiu ir à praia na Barra, mas na segunda versão resolvi extirpar essa fala, porque achei que ficou piegas demais.
Achei que caia melhor inventar um fundo musical tipo New Age, para traduzir o sentimento da estranheza causado pelos céus cobertos de névoa. O filme ficou sem a minha voz, mas em compensação ganhou um som mais expressivo.
Pode ser visto no youtube. Quem gostar, não deixe de classificar, botando uma ou mais estrelas.
Vi dois filmes que peguei na locadora neste fim de semana. Um deles foi Lula, o Filho do Brasil, e o outro; um da série Crepúsculo, Lua Nova.
Após ver Lula, o Filho do Brasil comecei a entender, porque o público não se entusiasmou com o filme. A ação é demorada e cansativa, concentrando-se mais no lado sombrio da vida de Lula, na sua atuação no sindicato, na perda da primeira mulher, e nas dificuldades atravessadas por Dona Lindu, para criar sua prole, do que nos lados mais envolventes de sua trajetória, como o embate com Collor, sua persistência em superar os obstáculos para chegar onde queria, e o coroamento de seus esforços com a vitória nas eleições. Lula é um personagem riquíssimo, que podia ter sido muito melhor explorado por quem dirigiu o filme.
Em compensação, o filme “Lua Nova” da série Crepúsculo, do qual não esperava muito, me surpreendeu. Não que seja um filme de arrebatar, de fazer pensar, como os filmes de Almodavar, de Ridley Scott, ou de Buñuel, mas, porque ao contrário de “Lula, o Filho do Brasil”, é um filme que prende.
Para quem não conhece, a série Crepúsculo trata de figuras mitológicas como vampiros e lobisomens e gira em torno do romance entre uma adolescente, Bella, e outro adolescente, só que este é um vampiro, o que dificulta a evolução da história de amor, porque toda vez em que o rapaz, Edward, pensa em beijar a moça, logo vem o desejo de mordê-la e sugar o seu sangue.
Esse impasse só pode ser superado, se Isabella for transformada em vampira também, mas esta é uma possibilidade que assusta Edward. Quem assiste acaba torcendo para que o rapaz vença esse medo e transforme Bella numa vampira. O frustrante é que o filme termina, sem que isso aconteça.
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A Fita Branca – Um Filme Noir
Voltei impressionada do cinema após ter assistido ao filme A Fita Branca.
Escreveram que o filme já sintonizava o embrião do nazismo, mas francamente não foi assim que entendi. O filme é fantasmagórico, tem uma clima bem pesado, acentuado pelo tom sombrio das cenas e detalhes colhidos das fisionomias dos atores, mas a mensagem que expressa não é bem de nazismo. É mais de uma pequena cidade do interior dominada pelo medo e pelo preconceito. Exageros à parte, o que acontece no filme pode perfeitamente acontecer em qualquer vilarejo do planeta onde imperam a pobreza, a desigualdade e o fanatismo religioso.
As difíceis condições de vida tornam as pessoas crueis e brutais. A cena mais chocante, para mim, foi uma que mostra o fim do caso entre o médico da aldeia e a parteira. Ele, literalmente, cospe no prato onde comeu durante anos ao dizer para a amante, que ela lhe inspira nojo e que só se serviu da criatura, porque tinha preguiça de ir ao bordel da cidade mais próxima. Os sentimentos mais odiosos e desprezíveis alimentados pela mente conturbada do ser humano são revelados com uma crueza de meter medo. De qualquer modo, ver o filme vale a pena. Vocè é obrigado a respirar fundo e a fazer uma pausa para refletir.
Tudo que acontece na pequena aldeia do interior da Austria está muito mais próximo das tensões do momento atual do que da época do nazismo propriamente dita.

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Oscar 2010 – Os Filmes – Avatar
Hoje à tarde tratarei de assistir ao filme A Fita Branca, que foi indicado para o Oscar. Segundo os críticos o filme é como uma premonição do nazismo. A ação se passa numa aldeia da Austria pouco antes da 1a. guerra mundial.
Embora não tenha nada a ver com o filme “Das weisse Band” (título em alemão da Fita Branca), segue aqui um clipe que fiz sobre o filme Avatar.
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Oscar 2010 – Atores Indicados
Ótimos atores forem indicados para receber o Oscar 2010. Destacam-se Morgan Freeman por sua atuação como Nelson Mandela, George Clooney como executivo que passa a maior parte do tempo em aviões e aeroportos, Colin Firth e Jeff Bridges, que interpretou um cantor de música country em decadência, no filme Coração Maluco. Acrescentei imagens do filme Guerra ao Terror e dos atores Jeff Bridges e Donald Cloone

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Oscar 2010 – Detalhes da Entrada das Celebridades
Gravei um clipe sobre a entrada das celebridades na noite do Oscar 2010. O clipe contém closes do diretor do filme argentino, que recebeu o prêmio do melhor filme estrangeiro, bem como de um dos atores principais do filme Guerra ao Terror, o carinha marrento que desarmava as bombas, e outros de James Cameron, ex-marido de Katherine Bigelow, que dirigiu Guerra ao Terror, um filminho muito sem graça, mas que acabou levando a maioria das estatuetas, superando o Avatar, grande sucesso de bilheteria. Por ironia do destino, Avatar é dirigido por James Cameron.
Sei que haverão aqueles que não irão concordar, mas Avatar dá de dez a zero em Guerra ao Terror.
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