Coisa Estúpida matar um galo
O colunista do Globo, Ancelmo Goés, noticiou em sua coluna de hoje que um cidadão malvado deu um tiro de chumbinho no galo de um porteiro, no Recreio dos Bandeirantes, provocando a morte do penoso.
O desalmado cometeu esse crime, somente porque o galo cantava todas as manhãs. Diante dessa notícia, eu me pergunto em que espécie de mundo vivemos hoje , no qual o ser humano, ao invés de se alegrar, se enfurece com o cocoricó de um galinho, a ponto de exterminá-lo? É um mundo em que a maioria perdeu totalmente a sensibilidade. Que raiva senti do desalmado, não pude evitar.
Sinto saudades dos galos que cantavam antigamente, saudando o amanhecer. Não se ouve mais esse cantar. Nas grandes cidades, como o Rio de Janeiro, os galos madrugadores sumiram. Talvez ainda cantem em quintais do subúrbio e da Baixada, sei lá. Aqui na zona sul, os galos não deram mais o ar de sua graça.
É por isso que digo, com toda a convicção, coisa mais estúpida matar um galo.
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Agonia de um Peixe
Numa manhã de sábado do mês de março, em que o mar parecia um espelho caminhávamos, Astrid e eu, pelo Aterro, quando vimos um pescador atirar sobre a grama este pobre peixinho, que dava a impressão de exalar seu último suspiro

Penalizadas com o sofrimento do peixe, ansioso pelo retorno ao seu habitat natural, perguntamos ao pescador que tipo de peixe era aquele e por que não o devolvia ao mar. Com uma risada de deboche, o pescador respondeu que o peixe era um cação viola e que, em hipótese alguma, o poria de volta na água, porque seu destino seu era o seu estomago.
Não tivemos condições de salvar o peixe, porque os companheiros do pescador se acercaram e nos lançaram olhares de desafio, como se fossemos arrancar o peixe das garras do sujeito. Então, sem poder agir, presenciamos com enorme tristeza a agonia e a morte do pobre peixinho.
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Flash Noturno na Urca

Como não podia deixar de ser acrescentei mais uma galeria de fotos, desta vez sobre a saída noturno do curso Flash Criativo conduzido por Paulo Batelli.
A foto aí ao lado é uma das que gostei mais. Achei bacana o reflexo da luz, ou do flash, sobre o coque de uma das minhas modelos favoritas, a Vanessa.
Tenho treinado muito com o Flash, porque tive bastante dificuldade em me adaptar a esse acessório, indispensável para quem se propõe a fotografar pessoas e eventos.
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Lendo e Vendo
Este é o livro que li mais recentemente e acabei de lê-lo de um só fôlego, tanto o enredo me prendeu.
São duas histórias que se fundem e que correm paralelas, ambas lidando com a trágica realidade do amor tornado impossível por força das circunstâncias. O amor nesse livro estupendo, pelo menos, senti assim é quase como a procura pela confirmação da existência de Deus, de uma energia suprema capaz de nos amparar e de nos conduzir a um porto seguro.
Há muito tempo que não me emociono com um romance, mas esse que terminei de ler me levou de volta, pelo poder da escrita de Marçal de Aquino, à época em que ainda vibrava ao reviver uma paixão.
Ao retornar da minha caminhada habitual pelo Aterro do Flamengo, deparei-me com este triste quadro de uma árvore decepada e destruída.
É terrível ver a árvore já sem vida e que, provavelmente, foi maltratada por seres irresponsáveis.
Desconheço a razão dessa implicância com as árvores que deitam sua sombra amiga sobre as calçadas, protegendo-nos graças à sua folhagem contra as emissões de gás carbônico dos veículos que trafegam pelas ruas.
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Mais uma Galeria de Fotos no Blog
No mês de março, minhas atividades fotográficas prejudicaram a atualização do blog. Participamos (Astrid e eu) de um workshop de fotografia autoral com o Marcelo Greco de São Paulo. Adoramos. O Marcelo é uma criatura fora de série e seu trabalho como fotógrafo e artista é de altíssima qualidade.
Conheci nesse workshop um pintor francês radicado aqui no Brasil, que também fotografa e cujas obras me impressionaram muitíssimo. É o Pierre Crapez, mas ele não dá muita bola para os outros, ou talvez seja tímido, não sei. Pouco importa, o que vale é o trabalho dele que me deixou boquiaberta.
Participei também de um curso de Flash Criativo conduzido pelo Paulo Batelli, do Ateliê da Imagem. No início pensei que não fosse aprender nadica, que daria vexame dada minha inabilidade no manuseio da jiriboca Flash, mas no final, depois de muito tropeço, engrenei. Lidar com esse bacalho, Flash, não é brincadeira.
Para descontrair filmei trecho de uma das aulas do Paulo Batelli. Ele é uma figura notável. Divertídissimo e extremamente mordaz, mas fascinante como ser humano.
Montei mais uma galeria, com fotos que tirei da Lagoa Rodrigo de Freitas, numa caminhada que fizemos no dia 05 de fevereiro. Se quiserem dar uma espiada, o que me deixaria feliz, o link é este: http://pente-fino.info/fotogaleria/lagoa-rodrigo-de-freitas-01/
Ah, minhas colegas vieram me visitar na sexta-feira passada e desfrutamos de momentos muito agradáveis, que renderam outra galeria: http://pente-fino.info/visitando-maria-lucia/
FUI, MAS VOLTO EM BREVE!!!
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Nada muda na Festa do Oscar
Na festa do Oscar, tão badaladas nas tevês internacionais, a cada ano se vê uma repetição da mesmice e um desfile de figuras robotizadas.
O jornalista peruano Rodrigo Bedoya do jornal “El Comercio”, num protesto que bem resume o espírito da premiação, disse o seguinte:
“Para o raciocínio crítico do cinema contemporâneo, o resultado do Oscar não acrescenta nada. Ele apenas representa aquilo que Hollywood considera significativo para se sustentar como indústria cinematográfica. E aquilo que Hollywood crê ser importante, o mundo (“tolamente, eu acho”) acaba sendo convencido a considerar importante.”
Hollywood só premia filmes americanos, britânicos e alguns europeus. A premiação do magnífico filme argentino, “O Segredo dos seus Olhos”, no ano passado, se não me engano, foi exceção.
Apesar desses preconceitos cultivados por Hollywood contra a indústria cinematográfica estrangeira, principalmente a latina e a sul-americana foram merecidos os prêmios recebidos por Colin Firth por sua interpretação no “Discurso do Rei”, um filmezinho medíocre, salvo pelo desempenho de Colin Firth e do excelente ator australiano, Geoffrey Rush, e Natalie Portman, estupenda no fabuloso filme “O Lago dos Cisnes”.
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Executiva com Rosto Bonito

Este rosto bonito aí ao lado é da executiva norte-americana Denise Johnson, presidente da General Motors no Brasil, que deixou o cargo e a empresa recentemente.
Segundo a imprensa noticia, dois motivos influenciaram Denise a deixar o cargo. Um deles foi a saudade do marido e do filho que ficaram nos Estados Unidos. O outro teria sido uma oferta de trabalho irrecusável.
Acho legal ver mulheres verdadeiramente lindas, como Denise, e batalhadoras no exercício de sua profissão, daí porque resolvi colocar o retrato dela na mensagem de hoje, para que me sirva de inspiração.
Outra bonitona que gerou manchete hoje foi a Débora Seco, na estréia do filme, Bruna Surfistinha, no cinema Odeon, que promete trazer uma grande bilheteria. Assisti ao trailer do filme, pouco antes de ver outro filme, o Cisne Negro, numa das salas de exibição do cinema São Luís no Largo do Machado. Posso adiantar que as poucas cenas que vi já demonstraram que a Débora se esmerou na interpretação.
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Um clipe do genial Tom Zé
Gravei trechos de um programa do Canal Brasil com o Tom Zé. O fundo musical é dele, obviamente.
Considero o Tom Zé uma personalidade fora de série, genial, criativo e o que é mais bacana: espontâneo. Diz o que pensa e não deixa que ninguém lhe faça de otário. Há muita gente que adora fazer os outros de otário, seja nos diminuindo pelas costas, seja nos tratando como se fossemos débeis mentais. Isso acontece com uma frequência maior do que se imagina.
Espia só que clipe bacaninho.
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