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  •     17 / 08    
  •     2010    

Visita à Camboriu – SC

Publicado em: Balneario de Camboriu
Escrito às 14:21 | Link Permanente

Pois é, gosto tanto de postar neste blog e, no entanto, de uns tempos para cá não tenho aparecido por aqui, por força de outras atividades que consumiram meu tempo.

E ainda falta registrar tantos acontecimentos, como a nossa visita a Camboriu, que agora chamo de Balnoriu, encurtando o nome Balneário de Camboriu.

No início Balnoriu assustou-me um pouco por causa dos prédios altíssimos ao longo da praia. Tenho pavor de prédios altos; para ser mais exata do elevador. O elevador sempre me deixa tensa e o do hotel em que nos hospedamos aumentou mais a tensão. Resolvi não usá-lo, valendo-me das escadas, o que me cansava bastante, porque o andar onde se encontrava nosso apartamento, que era o quarto, correspondia ao sétimo.

Houve um dia em que me cansei de tal maneira, que me deu vontade de dormir num dos bancos da praia, a fim de escapar do elevador.

Apesar do elevador, a visita ao balneário teve seus pontos altos, como conhecer pessoalmente o amigo que fiz no Twitter, pessoa fora de série. Foi gentílissimo conosco, levou-nos a passear pela orla marítima e assim visitamos outros lugares aprazíveis como Itajaí, as prais de Estaleiro e Estalerinho, lindas.

Apesar da insistência de minha filha, Astrid, não tive coragem de andar no teleférico, com medo de despencar lá de cima. Depois me arrependi.

Vejam que fotos lindas de Balnoriu, he, he, he, não sou nada modesta.

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  •     22 / 07    
  •     2010    

6º dia em SC – Visita a São Francisco do Sul

Publicado em: Viagens
Escrito às 15:46 | Link Permanente

Pensei em escrever aqui sobre a aula prática de fotografia de domingo passado, quando visitamos o Morro da Conceição, mas preferi deixar para depois e antes terminar o relato da viagem à Santa Catarina que, aliás, está bem atrasado.

O dia 15 de junho prometia ser complicado, porque na parte da tarde, por volta de 15.00 horas, ou 15.30, já não me lembro mais do horário exato, seria realizado o jogo do Brasil contra a Costa do Marfim e o país haveria de parar. Se fossemos sair, ou planejar alguma excursão, com certeza não teríamos condução.

Combinamos de fazer um passeio até São Francisco do Sul na parte da manhã e de tarde assistir ao jogo no hotel.

São Francisco do Sul é um porto, que fica próximo de Joinville, e é também uma das três cidades mais antigas do Brasil. Conforme as fotos demonstram, manteve o cenário tradicional com belas construções da época colonial que foram preservadas.

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À noite depois do jogo lanchamos numa das cafeterias do Shopping Mueller, mas antes disso ainda tiramos algumas fotos de Joinville como despedida.

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  •     17 / 07    
  •     2010    

5º dia em Sc – Joinville

Publicado em: Joinville
Escrito às 23:51 | Link Permanente

No nosso 5º dia de viagem, 14 de junho de 2010, acordamos com disposição para encarar uma longa caminhada, desde o hotel Blue Tree até o Museu da Bicicleta.

Foi pena que o museu não estivesse aberto, porque se encontrava em obras. Aproveitamos para descansar um pouco na pracinha em frente ao museu. No retorno fotografei a casa aí abaixo, porque estranhei ver uma moradia tão charmosa em pleno abandono. Se fosse aqui no Rio, já teria sido invadida.

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À tarde fizemos um passeio à Estrada Bonita. É uma zona rural de Joinville com diversas chácaras em estilo europeu, local bucólico como se pode ver nas fotos abaixo.

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  •     16 / 07    
  •     2010    

4º dia em SC – Flanando por Joinville

Publicado em: Viagens
Escrito às 14:16 | Link Permanente

Depois do lauto almoço no Biergarten, resolvemos perambular pela cidade, o que é muito fácil, primeiro, porque as calçadas não têm aquelas pedras portuguesas feitas com o objetivo de jogar os idosos e quem usa salto no chão e, segundo, porque os lugares próximos ao centro são relativamente planos. Além disso, Joinville não tem um traçado confuso, você chega sem dificuldades a qualquer lugar, daí mais uma razão para não entender por que o motorista que nos trouxe de Florianópolis até aqui se confundiu.

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Caminhamos por diversas ruas e chegamos a uma praça cercada de palmeiras onde, no fundo, se encontra o Museu dó Imigrante que, por sorte, estava aberto à visitação.

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No interior do Museu do Imigrante, vimos os móveis e objetos que guarneciam as casas dos primeiros colonos, de origem alemã, norueguesa e suíça. Nas paredes observamos os retratos de pessoas muito compenetradas e nos transportamos a outra época.

No jardim que existe atrás do prédio vimos uma graciosa residência no estilo enxaimel e visitamos uma dependência externa do Museu do Imigrante, que contém as carroças e as carruagens utilizadas como transporte.

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Após a visita ao Museu do Imigrante, descobrimos uma casa de chá chamada Vitoria, na qual fizemos um lanche noturno suculento: canapés, croissants, biscoitinhos, tortas, tudo muito fino e delicado. Como o local estava repleto, tive a impressão que as mulheres da cidade se reúnem ali, regularmente, para discutir assuntos de interesse comum.

Joinville tem um shopping center vistoso denominado Mueller, que fica aberto até às dez da noite. Nesse shopping center há uma loja de mais de um andar, na qual pode-se comprar tudo quanto é artigo e material para decoração e construção.


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  •     15 / 07    
  •     2010    

4º dia – Partida de Florianópolis para Joinville

Publicado em: Viagens
Escrito às 18:02 | Link Permanente

A partida de Floripa para Joinville estava marcada para o dia 13 de junho às 10.00 horas. Antes de sairmos do hotel, Astrid e eu demos uma caminhada pela praia de Jurerê, para nos despedirmos do local. Sentíamos uma pontinha de saudade, porque, apesar de ser longe do centro urbano e difícil de a pessoa se deslocar, a estadia em Jurerê foi super-agradável.

Fechamos a conta do hotel, a recepção providenciou a descida das malas e aguardamos no saguão a chegada do motorista, que nos levaria à Joinville, mas nada do homem aparecer. Liguei para a Iguatur e me garantiram que, dentro de poucos minutos, ele estaria na porta do hotel.

Esses poucos minutos transformaram-se numa boa meia hora. Saímos de Jurerê às 10.40.

Devo dizer que a fisionomia do motorista, que veio nos apanhar, me deixou cabreira. Comentei com a Astrid que o rapaz não me inspirava confiança, inclusive tinha cara de vampiro. O rosto dele era pálido, fino e comprido, com o queixo pontudo. Ele usava um topete armado com gel, semelhante ao topete do Edward Cullen da série Crepúsculo. Talvez o penteado tenha se tornado moda entre os jovens, mas naquele motorista dava um ar sinistro.

Além de ter cara de vampiro, o motorista não falava quase nada e mal respondia às perguntas que lhe fazíamos. O pior é que não sabia dirigir; corria sem necessidade e freava sem motivo. De um modo geral, não me incomodo com motoristas que têm a mania de correr, mas desde que tenham pleno domínio do volante. O sósia de vampiro não tinha e quase provocou um desastre. Num determinado trecho da estrada, distraiu-se e o carro caiu numa valeta. Foi um verdadeiro milagre que não tivesse capotado.

Ao nos aproximarmos de Joinville, ele meio que se perdeu ao entrar na cidade. Deve ter escolhido o caminho pior, pois a primeira impressão que tive de Joinville foi horrível. Achei que lembrava uma das zonas mais feias da Baixada. A impressão se desfez quando alcançamos o centro da cidade. Ele custou a localizar o hotel, teve que pedir informações a um transeunte e, mesmo assim, demorou a acertar a direção.

Respiramos aliviadas quando nos vimos livres do motorista no ambiente agradável e sereno do hotel Blue Tree.

Em Joinville fizemos questão de provar a comida alemã e a recepcionista do hotel nos recomendou o restaurante Biergarten onde almoçamos.

Ela acertou em cheio. Domingo era dia de um excepcional bufê com marreco recheado, repolho roxo, purê de maçã, Bratkartoffeln, saladas fresquinhas e outros petiscos. Quando trouxeram o pão preto caseiro, lambi os beiços.Suspirei ao provar o chope levíssimo e excepcionalmente bem tirado. O Biergarten é realmente um local fora de série. Atmosfera descontraída, comida e bebida de primeira, garções e garçonetes amáveis e prestativos. Um lugar para ninguém botar defeito.

Um detalhe curioso do Biergarten é o trenzinho que circula de um lado para outro no teto. Não sei se a foto ilustra bem, porque não ficou muito nítida, mas dá uma idéia. E não podia faltar uma foto da Astrid com a sua caneca de chope.

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ESTAVAMOS FELIZES DA VIDA! Depois continuo com Joinville


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