Começo a entrar no twitter de pé atrás
Às vezes é super desagradável usar o twitter. Você se depara com pessoas que só gostam de falar sobre podridão, sobre políticos corruptos e sobre roubalheiras, sendo que, geralmente, enveredam por esses temas com a intenção de atacar o Lula e membros do PT.
Nas eleições de 2010, provavelmente não votarei na candidata do PT, porque tenho a impressão que a Dilma é uma pessoa de pavio curto, que talvez não saiba lidar bem com situações de tensão. O Lula, mal ou bem, tira de letra, mas o temperamento da Dilma é diferente.
Embora não apóie o PT ou a candidata do Lula, aborreço-me com os comentários maldosos que fazem contra ele ou contra ela, atingindo também aqueles que o apóiam. Já li comentários de tuiteiros dizendo que quem apóia, ou gosta de Lula, é tão canalha quanto o pessoal do mensalão.
É difícil para mim entender esse tipo de atitude inteiramente gratuita. Você pode gostar e admirar alguém e não concordar com suas idéias. Não é porque você aprecia Fulano, que você vai se tornar igual a Fulano.
A verdade é que está se criando um clima bastante pesado na Internet, que não contribui em nada para que as pessoas se comuniquem e troquem experiências interessantes. Já estou começando a entrar no twitter de pé atrás, temendo ser vítima de uma ofensa perdida que me estrague o dia e até a semana.
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Pessoas sem Noção
O clipe que inclui aqui mostra bem como certas pessoas entrevistadas pela Globo na rua parecem demonstrar prazer em ser maldosas. A entrevistada do programa do Faustão em que a Morango apareceu, para dar seu depoimento, é uma delas. Nota-se sem dificuldade o tom entre meloso e debochado da transeunte, feliz por dizer na frente de uma câmera que as opiniões da Morango não estavam certas.
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Escolas de Samba são a minha Paixão
Sou apaixonada por Escolas de Samba e, de uns anos para cá, não tenho perdido os desfiles. Minha paixão inspirou-me a criar esta página no blog dedicada às Escolas de Samba do Rio de Janeiro, mas para não ser injusta, a partir deste ano também colocarei clipes sobre as escolas de samba de São Paulo.
As escolas de samba se formaram devido à influência da herança festiva dos cortejos, à tradição carnavalesca dos ranchos, blocos e cordões e os batuques dos cultos africanos.
Segundo Nei Lopes, pode-se dizer que as escolas de samba apresentam, em suas origens, três aspectos intermediários entre a disciplina dos ranchos e à desordem dos blocos de sujo: a dança espontânea, que substitui a rígida coreografia dos ranchos, o canto das baianas, no lugar do coro das pastoras, e a harmonia e a cadência do samba carioca.
As novas agremiações que foram surgindo naturalmente dessa fusão entre a desordem dos blocos de rua e a disciplina dos ranchos receberam a denominação de escolas de samba. Falam que o termo teria sido utilizado pela primeira vez pelo grande sambista Ismael Silva, mas muitos especialistas não aceitam essa versão e há autores, como Alberto Mussa e Luiz Antonio Simas (Samba de Enredo – História e Arte) que consideram a discussão sobre a origem do nome escola de samba destinada ao fracasso. Provavelmente nunca chegarão a uma conclusão.
Os fãs da Mangueira costumam dizer que a Verde e Rosa (cores tradicionais da Mangueira) foi a primeira escola de samba a ser fundada. Segundo o mestre Cartola, a fundação se deu em 29 de abril de 1928, porém os portelenses contestam, declarando que a Portela, antes denominada Oswaldo Cruz, é que foi a primeira, tendo sido fundada em abril de 1926.
Quem foi a primeira é outra questão sobre a qual reina a incerteza.
De qualquer modo, pode-se dizer que Estação Primeira de Mangueira, Oswaldo Cruz (Portela), Vizinha Faladeira, Para o Ano Sai Melhor (do Estácio) e Cada Ano Sai Melhor (do Morro de São Carlos) foram as pioneiras.
As minhas escolas de samba favoritas são a Mangueira e o Salgueiro e, apesar de ser fã de ambas as duas, isso não me impede de apreciar e valorizar o trabalho e as apresentações de outras escolas.
Em 2006, a Mangueira veio com tudo em cima, coreografia do Carlinhos de Jesus, apresentando um samba belíssimo sobre o Rio São Francisco e as figuras mitológicas do Nordeste, mas, infelizmente, a minha querida verde e rosa não arrebanhou o troféu da melhor escola de samba. Fiquei frustradíssima
Vejam trechos do desfile em preto e branco:
Agora veja a Mangueira em cores no carnaval de 2009
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A Rotativa Parou – Livro Imperdível

Acabei finalmente de ler o livro “A Rotativa Parou” de Benício Medeiros, que gira em torno da vida do jornal Última Hora, e retrata várias passagens da convivência de Benício Medeiros e outros jornalistas com o inesquecível fundador da Última Hora, Samuel Wainer.
Emocionei-me muito com o livro, porque percebi que foi escrito com sentimento e também porque conheci Samuel, pessoalmente, convivi com ela na época em que esteve casado com minha mãe, Isa de Sá Motta.
Para quem não sabe, o nome Última Hora para o jornal fundado por Samuel foi sugerido por minha mãe e incorporado por Samuel que se encantou com a escolha.
Os derradeiros dias da Última Hora, criação do Samuel, foram retratados pelo autor de forma dramática e muito realista. Cortou-me o coração ver, através das palavras do autor, o Samuel despojado da obra que representou toda a sua vida.
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As pedras no caminho
Interpretei o sonho com o Gerard Butler como a representação de algo que se deseja realizar ou alcançar e dos obstáculos que surgem no caminho.
No sonho, o Gerard Butler, como homem famoso e atraente, tornou-se o objeto do desejo, personificando uma das metas de vida que eu buscava alcançar e o motorista, que se desviou da rota para me afastar do Gerard Butler, e a fulaninha, que se fingia de boazinha, mas estava mancomunada com ele, eram os entraves que tentavam impedir que chegasse onde queria e deveria chegar, alcançando os objetivos idealizados.
Resumindo: o motorista e sua cúmplice indicaram no sonho as pedras no caminho.
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Sonhar não custa nada, até com Gerard Butler
Talvez seja lugar comum dizer que os sonhos e pesadelos traduzem numa linguagem meio cifrada as movimentações de nosso inconsciente. Talvez sejam também arautos do passado e de um futuro que ainda não se concretizou. São meras especulações que cada um interpreta do jeito que quiser.
Hoje comecei com um pesadelo. Alguém tinha invadido a minha casa e queria me abater. Lutava para me desvencilhar do invasor e meus esforços se mostravam inúteis. Depois de muita agonia a final consegui expulsar o malfeitor. Acordei sobressaltada, com medo de dormir de novo e o pesadelo continuar, mas como ainda era cedo, madrugada, fui me entregando ao sono.
Dei sorte, porque desta vez adormecer valeu a pena.
Sonhei que o Gerard Butler estava caidinho por mim
Se ainda fosse há trinta anos atrás, não seria nenhum absurdo, porque, modéstia à parte, fui muito bonita na mocidade. Ainda tenho uma aparência agradável, mas não sou páreo para competir com as moças lindas e saradas que cruzaram o caminho do astro durante sua estadia no Rio de Janeiro. Todavia, como no sonho nada é impossível, quem tinha conquistado o coração do lindo era euzinha.
Fui esperar o Gerard Butler, que vinha de Los Angeles, no aeroporto do Galeão. Ele viajava incógnito para despistar a imprensa e poder curtir o romance comigo, sem ser perturbado por câmeras indiscretas. Nosso caso prometia ser tórrido. Ele desembarcou e, mal me viu, foi logo me beijando na frente da multidão. Senti-me como a rainha da cocada preta, toda poderosa com o Gerard Butler a tiracolo.
Uma limusine o aguardava. Gente famosa é outra coisa, não é forçada a esperar condução na fila de táxi. Precisavam ver o interior do carrão, bem clima Hollywood com champagne e taças finas de cristal.
Quem bebeu champagne fui eu, porque o Gerard, no sonho, seguia um estilo povão e engoliu cerveja do gargalo, gesto que me desapontou um pouco. Pelos padrões brasileiros, é muito vulgar. No entanto, vindo do Gerard Butler, até aceitei a falta de modos.
Surpresa
O lindo me contou que havia comprado uma cobertura no Leblon e queria inaugurá-la comigo, vejam só o meu cartaz.
Mas chegando no prédio, outra decepção, porque a cobertura se achava em obras e sem condições de nos alojar. Ele, louco de desejo e eu, mal me segurando, tivemos que sair à procura de outro pouso para extravasar nossas emoções.
Não sei explicar direito o motivo, porque no sonho os acontecimentos tomam um ritmo diferente, mas saímos em veículos diferentes. Fui em companhia de um sujeito desconhecido, bancando o motorista, e de uma garota, que se fingia de boazinha prestativa, mas que se provou uma verdadeira amiga da onça.
O carro em que me encontrava seguia atrás da limusine do Gerard. Embora lamentasse não estar perto dele, por enquanto não me preocupava, calculando que em breve nos reuniríamos. Só que num dado momento perdemos a limusine do Gerard de vista, porque um carro se colocou na nossa dianteira. Insisti com o motorista para avançar, com receio que nos desviássemos da limusine, mas foi em vão. Ele fingia não me escutar.
O resultado é que nos perdemos em definitivo do Gerard. Céus, que desespero senti! Quase abocanhando aquele pão suculento e, no último momento, o destino ou a gente do mal me tirando a iguaria. Não era justo. Sujeira. Será que nem no sonho eu podia ser feliz?
A garota, que se fingia de boazinha, tentava me acalmar, falando que o motorista sabia para onde haviam levado o Gérard, mas já principiava a desconfiar dela e do camarada.
A desconfiança aumentou, quando ele tomou a direção de uma favela
e parou num boteco na subida do morro. Disse que precisava dar um recado para Fulano e, simplesmente, sumiu.
Aconselhada pela garota, saltei do carro e ocupamos uma das mesas do boteco. Era um lugar fedido. A garota pediu uma cerveja para nós duas e, ao levantar o copo para brindar, falou com um sorriso debochado:
PERDEU !
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As qualidades de Elenita foram abafadas

Hoje de manhã a Elenita apareceu no programa da Ana Maria Braga, contando como foi sua experiência no BBB10.
O rosto da Elenita estava lindíssimo. Fora da casa pode-se ver que ela é uma mulher vistosa e atraente, não só fisicamente, como também por sua inteligência e presença de espírito. Essas suas qualidades não se fizeram presentes na casa, porque foram abafadas pelas criaturas medíocres que mediram forças com ela e que, infelizmente, o público cultua.
São preocupantes os resultados das votações do Big Brother, porque demonstram o quanto o povo ficou embrutecido. Não escolhem aqueles que são mais verdadeiros, mais humanos, mais inteligentes, mais cultos e mais agradáveis. Preferem brutamontes e mulheres escandalosas e fofoqueiras, que querem ganhar no grito e aplicando golpes baixos em seus oponentes.
É provável que, no ano que vem, eu não assista mais ao programa do qual fui fã durante dez anos. Deixou de ter graça para mim uma competição que premia somente as piores figuras, aquelas que a pessoa faz questão de não conhecer.
Mas, voltando à visita de Elenita ao programa de Ana Maria Braga, a apresentadora homenageou Elenita pelo aniversário com um bolo cor de rosa. Elenita soprou as velinhas e se alegrou com a lembrança.
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