- 08 / 10
- 2009
Sem Luz em Casa, Fui ao Cinema
Hoje cedo o porteiro do prédio telefonou, para avisar que faltaria luz das duas às cinco horas da tarde. A explicação dada foi que a Light viria trocar o relógio do prédio.
A falta de luz não veio em boa hora.
Meu plano era ficar em casa,
para botar a leitura e o meu outro site em dia,
curtindo a chuva caindo do lado de fora.
Sem eletricidade, ao invés de curtir, teria que enfrentar a chuva, batendo perna na rua, porque ficar em casa sem luz, sem poder ouvir música e sem claridade suficiente para ler e escrever, seria muito enfadonho.
Resolvi ir ao cinema. Comprei as entradas na Internet, na Ingresso Com e fui assistir “A VERDADE NUA E CRUA” com Gérard Butler, cujo visual me encanta, e SALVE GERAL, um filme que estava louca para ver. Matei três coelhos com uma cajadada só: não senti os dissabores da falta de luz e vi dois filmes que me distraíram; o primeiro, uma comédia bobinha sobre o romance entre um machão e uma feminista, e o segundo, um filme mais sério sobre episódios ocorridos em São Paulo que espalharam pânico no resto do país.
SALVE GERAL mostra parte do inferno que é vivido nas cadeias brasileiras, verdadeiros depósitos de criminosos; o mais certo seria dizer verdadeiras universidades do crime, porque só servem mesmo para fazer com que o indivíduo tenha bastante raiva da sociedade e saia da prisão ansioso para ir à forra. E o governo, de um modo geral, segue sendo irresponsável e tratando seres humanos como se fossem animais.
Não estou aqui para fazer apologia dos bandidos, mas, como conheço bem o sistema carcerário, posso afirmar que quem é jogado numa cadeia brasileira, sai de lá disposto a tudo. Já era tempo dos governos procurarem outras soluções.
Vale a pena assistir SALVE GERAL, um filme emocionante do diretor Sérgio Rezende
Escrito por Lúcia Reis, Pente Fino é um blog destinado a investigar as notícias. 








