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  •     09 / 03    
  •     2010    

A Rotativa Parou – Livro Imperdível

Publicado em: Sem Categoria
Escrito às 15:32 | Link Permanente

rotativa-parou

Acabei finalmente de ler o livro “A Rotativa Parou” de Benício Medeiros, que gira em torno da vida do jornal Última Hora, e retrata várias passagens da convivência de Benício Medeiros e outros jornalistas com o inesquecível fundador da Última Hora, Samuel Wainer.

Emocionei-me muito com o livro, porque percebi que foi escrito com sentimento e também porque conheci Samuel, pessoalmente, convivi com ela na época em que esteve casado com minha mãe, Isa de Sá Motta.

Para quem não sabe, o nome Última Hora para o jornal fundado por Samuel foi sugerido por minha mãe e incorporado por Samuel que se encantou com a escolha.

Os derradeiros dias da Última Hora, criação do Samuel, foram retratados pelo autor de forma dramática e muito realista. Cortou-me o coração ver, através das palavras do autor, o Samuel despojado da obra que representou toda a sua vida.


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  •     10 / 03    
  •     2010    

Escolas de Samba são a minha Paixão

Publicado em: Escolas de Samba
Escrito às 20:09 | Link Permanente

dançarino-mangueira2009Sou apaixonada por Escolas de Samba e, de uns anos para cá, não tenho perdido os desfiles. Minha paixão inspirou-me a criar esta página no blog dedicada às Escolas de Samba do Rio de Janeiro, mas para não ser injusta, a partir deste ano também colocarei clipes sobre as escolas de samba de São Paulo.

As escolas de samba se formaram devido à influência da herança festiva dos cortejos, à tradição carnavalesca dos ranchos, blocos e cordões e os batuques dos cultos africanos.

Segundo Nei Lopes, pode-se dizer que as escolas de samba apresentam, em suas origens, três aspectos intermediários entre a disciplina dos ranchos e à desordem dos blocos de sujo: a dança espontânea, que substitui a rígida coreografia dos ranchos, o canto das baianas, no lugar do coro das pastoras, e a harmonia e a cadência do samba carioca.

As novas agremiações que foram surgindo naturalmente dessa fusão entre a desordem dos blocos de rua e a disciplina dos ranchos receberam a denominação de escolas de samba. Falam que o termo teria sido utilizado pela primeira vez pelo grande sambista Ismael Silva, mas muitos especialistas não aceitam essa versão e há autores, como Alberto Mussa e Luiz Antonio Simas (Samba de Enredo – História e Arte) que consideram a discussão sobre a origem do nome escola de samba destinada ao fracasso. Provavelmente nunca chegarão a uma conclusão.

Os fãs da Mangueira costumam dizer que a Verde e Rosa (cores tradicionais da Mangueira) foi a primeira escola de samba a ser fundada. Segundo o mestre Cartola, a fundação se deu em 29 de abril de 1928, porém os portelenses contestam, declarando que a Portela, antes denominada Oswaldo Cruz, é que foi a primeira, tendo sido fundada em abril de 1926.

Quem foi a primeira é outra questão sobre a qual reina a incerteza.

De qualquer modo, pode-se dizer que Estação Primeira de Mangueira, Oswaldo Cruz (Portela), Vizinha Faladeira, Para o Ano Sai Melhor (do Estácio) e Cada Ano Sai Melhor (do Morro de São Carlos) foram as pioneiras.

As minhas escolas de samba favoritas são a Mangueira e o Salgueiro e, apesar de ser fã de ambas as duas, isso não me impede de apreciar e valorizar o trabalho e as apresentações de outras escolas.

Em 2006, a Mangueira veio com tudo em cima, coreografia do Carlinhos de Jesus, apresentando um samba belíssimo sobre o Rio São Francisco e as figuras mitológicas do Nordeste, mas, infelizmente, a minha querida verde e rosa não arrebanhou o troféu da melhor escola de samba. Fiquei frustradíssima

Vejam trechos do desfile em preto e branco:

http://www.vimeo.com/10066944

Agora veja a Mangueira em cores no carnaval de 2009

http://www.vimeo.com/10068122


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  •     07 / 03    
  •     2010    

As pedras no caminho

Publicado em: Sem Categoria
Escrito às 13:05 | Link Permanente

Interpretei o sonho com o Gerard Butler como a representação de algo que se deseja realizar ou alcançar e dos obstáculos que surgem no caminho.

No sonho, o Gerard Butler, como homem famoso e atraente, tornou-se o objeto do desejo, personificando uma das metas de vida que eu buscava alcançar e o motorista, que se desviou da rota para me afastar do Gerard Butler, e a fulaninha, que se fingia de boazinha, mas estava mancomunada com ele, eram os entraves que tentavam impedir que chegasse onde queria e deveria chegar, alcançando os objetivos idealizados.

Resumindo: o motorista e sua cúmplice indicaram no sonho as pedras no caminho.


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  •     06 / 03    
  •     2010    

Sonhar não custa nada, até com Gerard Butler

Publicado em: Sem Categoria
Escrito às 18:02 | Link Permanente

Talvez seja lugar comum dizer que os sonhos e pesadelos traduzem numa linguagem meio cifrada as movimentações de nosso inconsciente. Talvez sejam também arautos do passado e de um futuro que ainda não se concretizou. São meras especulações que cada um interpreta do jeito que quiser.

Hoje comecei com um pesadelo. Alguém tinha invadido a minha casa e queria me abater. Lutava para me desvencilhar do invasor e meus esforços se mostravam inúteis. Depois de muita agonia a final consegui expulsar o malfeitor. Acordei sobressaltada, com medo de dormir de novo e o pesadelo continuar, mas como ainda era cedo, madrugada, fui me entregando ao sono.

Dei sorte, porque desta vez adormecer valeu a pena.

Sonhei que o Gerard Butler estava caidinho por mim

Se ainda fosse há trinta anos atrás, não seria nenhum absurdo, porque, modéstia à parte, fui muito bonita na mocidade. Ainda tenho uma aparência agradável, mas não sou páreo para competir com as moças lindas e saradas que cruzaram o caminho do astro durante sua estadia no Rio de Janeiro. Todavia, como no sonho nada é impossível, quem tinha conquistado o coração do lindo era euzinha.

Fui esperar o Gerard Butler, que vinha de Los Angeles, no aeroporto do Galeão. Ele viajava incógnito para despistar a imprensa e poder curtir o romance comigo, sem ser perturbado por câmeras indiscretas. Nosso caso prometia ser tórrido. Ele desembarcou e, mal me viu, foi logo me beijando na frente da multidão. Senti-me como a rainha da cocada preta, toda poderosa com o Gerard Butler a tiracolo.

Uma limusine o aguardava. Gente famosa é outra coisa, não é forçada a esperar condução na fila de táxi. Precisavam ver o interior do carrão, bem clima Hollywood com champagne e taças finas de cristal.

Quem bebeu champagne fui eu, porque o Gerard, no sonho, seguia um estilo povão e engoliu cerveja do gargalo, gesto que me desapontou um pouco. Pelos padrões brasileiros, é muito vulgar. No entanto, vindo do Gerard Butler, até aceitei a falta de modos.

Surpresa

O lindo me contou que havia comprado uma cobertura no Leblon e queria inaugurá-la comigo, vejam só o meu cartaz.

Mas chegando no prédio, outra decepção, porque a cobertura se achava em obras e sem condições de nos alojar. Ele, louco de desejo e eu, mal me segurando, tivemos que sair à procura de outro pouso para extravasar nossas emoções.

Não sei explicar direito o motivo, porque no sonho os acontecimentos tomam um ritmo diferente, mas saímos em veículos diferentes. Fui em companhia de um sujeito desconhecido, bancando o motorista, e de uma garota, que se fingia de boazinha prestativa, mas que se provou uma verdadeira amiga da onça.

O carro em que me encontrava seguia atrás da limusine do Gerard. Embora lamentasse não estar perto dele, por enquanto não me preocupava, calculando que em breve nos reuniríamos. Só que num dado momento perdemos a limusine do Gerard de vista, porque um carro se colocou na nossa dianteira. Insisti com o motorista para avançar, com receio que nos desviássemos da limusine, mas foi em vão. Ele fingia não me escutar.

O resultado é que nos perdemos em definitivo do Gerard. Céus, que desespero senti! Quase abocanhando aquele pão suculento e, no último momento, o destino ou a gente do mal me tirando a iguaria. Não era justo. Sujeira. Será que nem no sonho eu podia ser feliz?

A garota, que se fingia de boazinha, tentava me acalmar, falando que o motorista sabia para onde haviam levado o Gérard, mas já principiava a desconfiar dela e do camarada.

A desconfiança aumentou, quando ele tomou a direção de uma favela

e parou num boteco na subida do morro. Disse que precisava dar um recado para Fulano e, simplesmente, sumiu.

Aconselhada pela garota, saltei do carro e ocupamos uma das mesas do boteco. Era um lugar fedido. A garota pediu uma cerveja para nós duas e, ao levantar o copo para brindar, falou com um sorriso debochado:

PERDEU !


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  •     03 / 03    
  •     2010    

Baixaria e Pirataria na Ordem do Dia

Publicado em: Sem Categoria
Escrito às 15:21 | Link Permanente

Mãe da Morango põe para quebrar no Superpop

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A mãe da Morango, participante do BBB10, por sinal um dos piores que já assisti, teve um dia movimentado na segunda-feira. À tarde compareceu ao programa da Sonia Abrahão e à noite ao SuperPop, apresentado por Luciana Gimenez.

No Superpop, queixando-se de que a filha não a recebeu nem a convidou para participar do paredão que a eliminou, a mãe da Morango contou fatos escabrosos sobre o pai da moça como espancamentos constantes e proximidade sexual indesejada.

Atenção: Reproduzo, apenas, o que ouvi e o que ouvi no programa foi muito mais forte do que reproduzo aqui, mas tomo a liberdade de comentar que a mãe da Morango foi no mínimo, imprudente, porque há certas situações familiares que, se forem realmente verdadeiras, não deviam ser divulgadas em público, por serem chocantes demais.

Se a mãe da Morango ficou magoada por ter sido proibida de estar com a filha no dia da eliminação, deveria ter se limitado a dizer que não se conformou por lhe negarem acesso ao programa, sem entrar em detalhes sobre questões de natureza íntima e pessoal.

Ela contou coisas que não devia e acabou não explicando o motivo pelo qual a filha se afastou dela. Talvez tenha perdido uma oportunidade de ouro.

Eliminação da Cacau é acontecimento que revolta cacau1

A Ana Claudia, apelido Cacau, paulista de Ribeirão Preto, foi uma das pessoas mais agradáveis dessa última turma de participantes do BigBrother. A presença de Cacau era refrescante e contrabalançava os barracos freqüentes da participante Lia, a falação desenfreada da participante Anamara, e os palavrões do participante Dourado.

Cacau, suave e delicada, não se metia em brigas com ninguém e era uma figurinha linda de se ver com seu corpo curvilíneo e seu rostinho de boneca.

A sua falta de sorte foi ter se ligado ao Elieser e tentar protegê-lo, dando-lhe a imunidade assegurada pelo Anjo. (Para quem não conhece, a cada semana há uma competição para escolha do Anjo) O pessoal da casa não se conformou com o gesto muito natural de Cacau (A final a gente protege as pessoas que gosta, e não os inimigos, não é verdade?) e Dourado, uma das figuras mais agressivas do BigBrother, que ganhou poder de indicação ao atender o BigFone, mandou Cacau para o paredão juntamente com Lia e ele próprio, por escolha dos demais participantes.

Era de se esperar que Lia ou Dourado fossem eliminados; ela pelos freqüentes e chocantes barracos que apronta, intimidando todo mundo, e ele por ter um comportamento abaixo de qualquer crítica. A quantidade de palavrões que insere nas suas conversas é espantosa e, não bastasse isso, ele ainda arrota em público. Não esconde que não suporta gays e é capaz de bater em mulheres, se estas o afrontarem.

Por incrível que pareça, o público votou para preservar Lia e Dourado e expulsar Cacau do programa, o que deixou muitos revoltados e perplexos. Todos se perguntam quais foram os padrões que guiaram essa votação? Será que as pessoas só se identificam com o que existe de pior?

A Pirataria sairá Vencedora

A pirataria parece ser uma tendência irreversível. É o que é contado no livro de Loretta Napoldoni, que tem o título “Economia Bandida”. Já pode ser pedido nas livrarias. Vou conferir.


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